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Postado em: 13/11/2018 08:36:00 por Equipe ConsertaSmart


A tecnologia de internet móvel 5G está já próxima de ser comercialmente lançada. O novo padrão foi aprovado em junho deste ano e promete uma revolução em termos de velocidade, latência e densidade da rede. Contudo, 180 cientista de 35 países, entre eles o Brasil, se mostram preocupados sobre as consequências desta tecnologia para a saúde humana.

O grupo enviou, em setembro de 2017, uma petição para que o padrão não fosse aprovado de forma tão rápida neste ano. Isso por que o 5G trabalha com ondas eletromagnéticas chamadas de milimétricas. Apesar de ter uma velocidade muito maior que os sistemas antigos, este tipo de onda não consegue “caminhar” por longas distâncias. Isso, de acordo com a petição, aumenta consideravelmente a exposição das pessoas a campos de radiofrequência eletromagnética.

Com isso, cientistas acreditam que tal exposição pode ter consequências ainda não testadas a longo prazo. “Efeitos incluem aumento do risco de câncer, estresse celular, aumento de radicais livres prejudiciais, danos genéticos, mudanças estruturais e funcionais do sistema reprodutor, déficit de aprendizado e memória, desordens neurológicas, e impactos negativos no bem-estar geral dos humanos”, alerta o documento assinado pelo professor Lennart Hardell, do departamento de oncologia da Faculdade de Medicina e Saúde de Örebro na Suécia.

Ele ainda cita que a Agency for Research on Cancer (IARC), braço para estudos de câncer da Organização Mundial da Saúde, constatou em 2011 que frequências entre 30 kHz e 300 kHz podem ser cancerígenas a humanos em caso de alta exposição.

 

O documento ainda aponta que os padrões atuais de saúde relacionados a este tema estão “obsoletos” e “protegem a indústria, não a saúde”. Isso porque as diretrizes atuais partem do princípio de que o único efeito da exposição de tais ondas é somente o aquecimento do tecido exposto a elas.

Com isso, a proposta do grupo é de que a União Europeia favoreça iniciativas para internet com fio, no lugar de padrões que usem o espectro eletromagnético. Ao menos, para a implantação do 5G, que a região possa tomar providências para segurar a expansão do 5G até que cientistas possam comprovar que a tecnologia não é prejudicial ao ser humano, ao decretar níveis em que esta exposição não seria prejudicial.

O documento leva a assinatura de quatro pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade Federal de Campina Grande.

O grupo pode ter pouco tempo para conseguir pressionar políticos, já que a expectativa é de que a Verizon já lance planos para o novo padrão ainda este ano nos Estados Unidos.

 

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The 5G mobile internet technology is about to be commercially released. The new standard was approved in June this year and promises a revolution in terms of speed, latency and network density. However, 180 scientists from 35 countries, including Brazil, are concerned about the consequences of this technology on human health.

The group sent a petition in September 2017 that the pattern would not be passed so quickly this year. That's why the 5G works with electromagnetic waves called millimeters. Although it has a much greater speed than the old systems, this type of wave can not "walk" for long distances. This, according to the petition, greatly increases people's exposure to electromagnetic radiofrequency fields.

With this, scientists believe that such exposure may have consequences not yet tested in the long run. "Effects include increased risk of cancer, cellular stress, increased harmful free radicals, genetic damage, structural and functional changes of the reproductive system, learning and memory deficits, neurological disorders, and negative impacts on the overall well-being of humans," warns the document signed by Professor Lennart Hardell of the Department of Oncology at the Faculty of Medicine and Health of Örebro in Sweden.

He also points out that the Agency for Research on Cancer (IARC), the cancer research arm of the World Health Organization, found in 2011 that frequencies between 30 kHz and 300 kHz may be carcinogenic to humans in case of high exposure.

The document also points out that current health standards related to this topic are "obsolete" and "protect industry, not health." This is because current guidelines assume that the only effect of exposing such waves is only heating the tissue exposed to them.

With this, the group's proposal is for the European Union to favor initiatives for wired internet, instead of standards that use the electromagnetic spectrum. At least for the 5G deployment, the region can take steps to insure the expansion of 5G until scientists can prove that technology is not harmful to humans by enacting levels where this exposure would not be harmful.

The document is signed by four Brazilian researchers from the Federal University of Rio Grande do Sul, the Federal Institute of Rio Grande do Sul and the Federal University of Campina Grande.

The group may have little time to push policymakers as Verizon is expected to launch plans for the new standard later this year in the United States.


https://canaltech.com.br/telecom/cientistas-estao-preocupados-com-como-o-5g-pode-afetar-nossa-saude-126783/

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