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Postado em: 25/10/2018 11:30:00 por Equipe ConsertaSmart


Um dos principais problemas para os usuários de Android é a demora de algumas fabricantes para aplicar as atualizações de segurança criadas pela Google. Mas, de acordo alguns contratos confidenciais obtidos pelo The Verge, isso deverá mudar dentro dos próximos meses.

Os documentos afirmam que as empresas que utilizam o sistema operacional Android serão contratualmente obrigadas a manter seus smartphones e tablets com as últimas atualizações de segurança por pelo menos dois anos, além de terem de garantir que pelo menos quatro atualizações de segurança para os dispositivos deverão ser disponibilizadas no primeiro ano de lançamento deles. As empresas também são obrigados a fornecerem atualizações de segurança no segundo ano depois do lançamento do dispositivo, mas não há um número mínimo especificado para este período.

Os termos deste novo contrato serão válidos para qualquer dispositivo Android lançado após 31 de janeiro de 2019 e que tenham uma base de usuários maior que 100 mil pessoas. Ao entrar em vigor no dia 31 de julho deste ano, a obrigação sobre atualizações foi exigida de 75% dos fabricantes de dispositivos Android, mas, a partir de 31 de janeiro de 2019, todos os fabricantes que atendam aos requisitos deverão se adequar aos termos do novo contrato.

Veja a imagem neste link.

Para evitar que alguma empresa tente correr de última hora e soltar 4 atualizações seguidas no fim do ano, as fabricantes também serão contratualmente obrigadas a corrigir todos os problemas que forem identificados pelos usuários num prazo de até 90 dias, o que obriga as fabricantes a estarem constantemente atualizando seus dispositivos. Além disso, novos lançamentos já deverão vir de fábrica com o mesmo nível de segurança da ultima atualização disponibilizada pela empresa. Caso essa exigência não seja atendida, a Google se reserva ao direito de não aprovar a disponibilização do Android para o aparelho, o que causará atrasos no lançamento e perda financeira para a fabricante.

Estes novos termos, que já haviam sido adiantados por David Kleidermacher (Chefe de Segurança do Android) durante uma palestra na Google I/O deste ano, foram encontrados nos novos contratos relativos à distribuição de dispositivos Android em países da União Europeia juntamente com as novas regras de uso da Play Store. Ainda que o The Verge não tenha conseguido confirmar se as normas são as mesmas em todos os países, os comentários públicos da Google sobre o assunto dão a entender que as novas regras são mesmo algo global e não apenas voltado para a Europa.

Há alguns meses, um porta-voz da Google já havia alertado que correções de bugs a cada 90 dias deveriam ser um requerimento mínimo de segurança para qualquer empresa, confirmando que mais de 200 dispositivos diferentes, fabricados por mais de 30 marcas distintas, já possuíam uma atualização disponibilizada nos últimos 90 dias.

Problemas de abandono

Um dos grandes problemas dos dispositivos Android desde as primeiras versões do sistema é a segurança fragmentada. Diversas vezes as fabricantes ignoram os aparelhos mais antigos em suas atualizações, deixando os consumidores lidando com falhas no sistema muito tempo depois de elas terem sido identificadas.

Nos últimos anos, a empresa tem se esforçado para fazer as fabricantes corrigirem mais rapidamente as falhas encontradas em seus aparelhos. As versões mais recentes do Android oferecem ferramentas que facilitam saber quando o aparelho foi atualizado pela última vez e qual é a versão mais recente disponível, enquanto o Android Oreo reestruturou todo o sistema para tornar mais fácil e rápido a criação de atualizações pelas fabricantes.

Mas, como essas empresas dependem da Google fornecer boa parte dos aplicativos mais importantes de seus aparelhos, a empresa tem poder suficiente para passar a exigir esse tipo de cuidado em contrato. E ainda que os usuários não tenham como saber se o aparelho que ele utiliza atingiu o número mínimo de ativações para entrar no programa de obrigatoriedade de atualizações da Google, é possível imaginar que qualquer aparelho vendido em grandes varejistas ou nos maiores sites de e-commerce, ou os aparelhos que possuem lançamento mundial, facilmente ultrapassem a marca de 100 mil ativações necessárias para entrar no programa.

 

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One of the main problems for Android users is a deadline of some manufacturers to apply as security applications by Google. But according to some confidential contracts by The Verge, they must move within the next few months.

The documents presented are those that use the Android operating system, which means that your smartphones and tablets stay with the latest security update for the two years, and have your security rights guaranteed. available in the first year of their release. Companies are also required to provide security updates in the second and after the device launches.

The new date year they are used for the Android device after January 31, 2019 and that have one base of users greater that 100 thousand people. You may be able to get more information about Android device manufacturers, but as of January 31, 2019, all manufacturers that meet the requirements must respond to the information contained therein. of the new contract.

Veja a imagem neste link.

In order to prevent any company from trying to run at the last minute and to release 4 updates at the end of the year, manufacturers will also be contractually obliged to correct any problems identified by users within 90 days, which obliges manufacturers to be constantly updating their devices. In addition, new releases should come from the factory with the same level of security as the last update made available by the company. If this requirement is not met, Google reserves the right not to approve the availability of Android to the device, which will cause delays in launch and financial loss for the manufacturer.

These new terms, which had already been advanced by David Kleidermacher (Android Security Chief) during a talk on Google I / O this year, have been found in new contracts relating to the distribution of Android devices in European Union countries along with the new Play Store usage rules. While The Verge has been unable to confirm that the rules are the same in all countries, Google's public comments on the subject suggest that the new rules are indeed global and not just Europe-oriented.

A few months ago, a Google spokesman had warned that bug fixes every 90 days should be a minimum security requirement for any company, confirming that more than 200 different devices, made by more than 30 different brands, already had an update made available in the last 90 days.

Problems of abandonment

One of the major problems of Android devices since the early versions of the system is fragmented security. Many times manufacturers ignore the older devices in their upgrades, leaving consumers dealing with system crashes long after they have been identified.

In recent years, the company has been struggling to make manufacturers more quickly fix the flaws found in their handsets. Newer versions of Android offer tools that make it easier to know when the device was last updated and what the latest version is available, while Android Oreo has restructured the entire system to make it quicker and easier for manufacturers to create updates.

But as these companies rely on Google to provide a good deal of the most important applications of their handsets, the company has enough power to go on to require this type of contract care. And while users may not know if the device they use has met the minimum number of activations to enter Google's mandatory updates program, it's possible to imagine that any device sold at major retailers or major e-commerce sites , or devices that have worldwide launch, easily exceed the mark of 100 thousand activations required to enter the program.


https://canaltech.com.br/android/google-quer-obrigar-fabricantes-a-atualizarem-aparelhos-android-regularmente-125554/

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